Sunday, April 01, 2007

Soneto do Amigo - Vinicius de Moraes


Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com os olhos que contem o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual à mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...


2 comments:

Felipe Dib said...

Vinicius de Moraes *___*

ele eh foda, desculpa o vocabulario
mas eh o vinicius nao tem como =P

Saulo said...

q coisa mais lindaaaaaaaa

te amooooooo luu

bjaooooooo amorzao

ps:eu fico mandando recados por aq pra vc ver como eu penso em vc o dia todo!!!
viu???
bjos